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Paris 3 – Catedral de Notre-Dame e mais

O nosso terceiro dia em Paris foi cheio de atividades, achei que não íamos conseguir ver tudo que tínhamos planejado, mas deu tempo até pra fazer umas comprinhas.

Começamos mais um dia pegando a bike velib e indo até o nosso primeiro ponto, o Jardim de Luxemburgo, com suas árvores cortadas em fileiras assim como vimos no Palácio de Versailles. O dia estava nublado, então não ficamos muito por lá.

Seguimos para o Pantheon, imenso e imponente, uma construção espetacular, teto com vitrais e abóbadas, colunas, esculturas, e no subsolo o mais impressionante. Em um contraste com o piso superior com um salão aberto e imenso, o subsolo é um sem fim de corredores e entradas como um labirinto, quase vimos tudo 2 vezes de tonto que ficamos. No subsolo ficam as criptas, sim, túmulos, e até hoje os grandes governantes da França são enterrados lá, tem lugares vazios a espera deles. Em uma das salas tem vários televisores e sofás e as imagens dos cortejos daqueles que estão enterrados ali ficam passando repetidamente.

O próximo local a ser visitado era um museu ali perto, o Museu Nacional da Idade Média. Pequeno por fora, mas com um acervo muito rico tanto em pequenas peças como em partes gigantes retiradas de edificações que não existem mais ou foram restauradas, como algumas peças da Catedral de Notre Dame. Não tinha muitas expectativas sobre esse museu, mas fiquei encantada, com a beleza e os detalhes, a história da época e a antes dela era toda contada através da arte, em pinturas, esculturas, tapeçarias, jóias, roupas, tudo era ornamentado, nada era simples. O significado da palavra gótico se revelou, e ao mesmo tempo que amei tudo, fiquei triste de ver também retratado os horrores daquela época.

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Já era a hora do almoço, fizemos uma pausa para comer uma meia baguete recheada vendida na rua e fomos para a próxima atração. Entre um local e outro seguíamos a pé mesmo e assim conhecíamos mais da cidade, da vida cotidiana em Paris.

Chegamos em um dos símbolos da cidade e da França a Catedral de Notre Dame. É surreal imaginar um local tão preservado e tão antigo, centenas de anos e em pleno funcionamento. Acho que penso assim e me surpreendo por que não tenho muitos bons exemplos de restauração  e preservação de prédios históricos no Brasil, infelizmente. Mas, voltando ao post, em volta da Catedral tem muitas árvores e um pequeno parque, com muitos bancos, ali nós fizemos o nosso lanche/almoço diário que sempre levamos, assim economizamos tempo de espera em restaurantes, e claro dinheiro.

De toda a viagem a fila que pegamos para entrar na Catedral de Notre Dame foi a maior, mas valeu a pena, porque enquanto esperávamos podíamos olhar com calma os detalhes da fachada, apareceu até uma noiva pra tirar fotos, coisa muito comum em Paris. Dentro da igreja acontecia uma missa que estava no final e depois o coro cantou por um tempo, foi um momento único. Andamos ao redor da nave, em silêncio e pudemos admirar a beleza do local. Independente do caráter religioso, vale a pena entrar porque a beleza interior é um complemento do que se vê do lado de fora.

Ali na ilha da cidade, onde está a Catedral de Notre Dame estão outros prédios muito importantes para a história da França, como a Sainte Chapelle que é diferente, mas é tão bonita quanto, com vitrais incríveis e um teto de cair o queixo. A visita é super rápida.

Do lado da Santa Capela está a Conciergerie, um edifício marcado na história da França, que foi casa dos congressistas e depois prisão, além de ser o maior teto gótico da França. Fiquei apaixonada pela arte da Idade Média e pelo estilo gótico, quero construir alguma coisa com essas influências algum dia, nem que seja uma casa de bonecas. O bacana da Conciergerie é a reprodução que montaram dos aposentos da Maria Antonieta antes de ser decapitada, tem até bonecos lá, o que é um pouco bizarro, mas muito instrutivo, me marcou.

Pra fazer o dia render muito nós incluímos a visita ao Museu Pompidou, que fechava mais tarde, então poderíamos ficar lá o tempo que quiséssemos. Pra quem estava no ritmo da arte gótica e da idade média o museu é muito diferente, é arte moderna, que não se auto explica, coisas abstratas demais pra mim, que estava começando a me entender com as histórias contadas nas esculturas e pinturas que tinha visto. O Museu é ótimo, e é muito grande, com várias salas, tudo separado, e as paredes todas brancas, a arte fica por conta só das obras mesmo, o prédio em si, parece até inacabado, mas acho que é de propósito. Tem coisas muito marcantes lá, como Salvador Dali. Minha dica extra e que não tem nada a ver com a arte no museu é subir até o último piso pelas escadas e seguir até a parte que se fica ao ar livre e poder ver uma boa parte da cidade e os telhados de Paris, e ainda a Torre Eifel. Além disso no último piso tem um restaurante, não comemos lá, mas parece ter um serviço muito bom.

Apesar de estarmos cansados de andar e ficar em pé, vimos tudo no museu, um pouco rápido, as partes que a gente não gostava já seguia sem parar pra olhar. Quando saímos do museu ainda era dia, e eu queria passar na Uniqlo, que é uma loja de roupas japonesa, pra comprar pelo menos uma peça. A coleção de verão não estava tão boa assim, mas consegui achar umas camisas liquidação e comprei uma blusa térmica. Achei que a Uniqlo de Nova York é melhor nos preços. Vou mostrar tudo que comprei no último vídeo da viagem, não percam.

E assim acabou nosso terceiro dia em Paris. Todos os pontos turísticos visitados neste dia estavam incluídos no Museum Pass.

Assista o vídeo, se inscreva aqui no blog, e siga a gente nas redes sociais.

Um beijo e até o próximo post.

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