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Paris 7 – Basílica de Sacré Cœur (Montmartre)

Paris amanheceu com o tempo instável, daí decidimos usar o metrô e o trem para ir para a região de Montmartre. Não foi fácil, chegamos na estação pra fazer a baldeação e pegar o RER para continuar e descobrimos que estava em greve. Pois é, greve é uma coisa bem comum na vida do francês.

Nesse dia a greve começou junto com a nossa chegada na plataforma. Vimos os trens serem esvaziados e ficaram lá simplesmente parados. Logo começaram a colocar os avisos nos painéis e nos alto falantes. Demoramos uns minutos para entender bem o que acontecia. Subimos para o nível acima da plataforma e já estavam lá os funcionários uniformizados e com os coletes de greve por cima do uniforme ajudando a orientar os passageiros com as alternativas disponíveis. Perguntamos sobre o nosso destino e o funcionário nos orientou rapidamente e seguimos o percurso. Levamos o dobro do tempo para chegar, mas chegamos.

A estação de metrô mais próxima para chegar em Montmartre e na Basílica Sacré Coeur é a estação Anvers. Dentro da estação já existem placas indicando a saída correta em direção a Basílica e ao Funiculaire. A igreja fica no alto de uma colina e para ajudar a subida, que pode ser feita pelas escadarias ou pelas ruas adjacentes, existe um funiculaire, uma mistura de elevador com bonde que leva as pessoas para o topo, custa o mesmo preço de uma passagem de metrô, é o mesmo bilhete.

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O mesmo cuidado com a segurança, que é preciso ter quando se vai para a região do Museu do Louvre e da Torre Eiffel você deve ter aqui. Falei sobre isso no post anterior  e para não ficar repetitiva é só você ler depois as informações.

Do alto da Basílica de Sacré Coeur é possível ver quase toda a cidade de Paris. Se estiver nublado, mas ventando, seja paciente que logo as nuvens vão embora e você vai conseguir ver muitas coisas. Dali descemos pelas ruas que nos levaram para outros pontos conhecidos de Montmartre.

O muro do “eu te amo”, fica em uma pequena pracinha muito charmosa com um jardim cheio de flores, como as tulipas e bancos. Paramos pra fazer um lanche e descansar um pouco. Das coisas da viagem o que a gente mais gosta é ficar sentado à toa, olhando bem o lugar e as pessoas passando, memorizando tudo que podemos.

Seguimos descendo, passamos em frente ao café 2 moinhos, que aparece no filme “O fabuloso destino de Amelie Poulain”. Ali pertinho fica uma avenida cheia de cabarés e bares, e entre eles está o Moulin Rouge. E assim fechamos o tour por Montmartre.

Fomos caminhando até as Galerias Lafayette, no caminho paramos em algumas lojinhas de maquiagem, cosméticos, farmácias, e já aproveitei para ir comprando as coisas que eu tinha colocado na minha lista. Na Galeria Lafayette mesmo não comprei nada, entramos para conhecer e tirar fotos. Não sei se era o cansaço, ou a disposição da loja, e a quantidade de pessoas circulando lá dentro, mas ficamos só um pouco e já saímos. Os mais de 10 dias da viagem já estavam começando a pesar no cansaço acumulado.

Continuamos andando até a Ópera Garnier, onde entramos na estação de metrô e voltamos para o hotel.

Assista o vídeo, se inscreva aqui no blog e lá no canal e siga a gente nas redes sociais.

Um beijo e até o próximo post.

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