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CHILE – Castro (CHILOÉ)

Chegar em Chiloé não foi muito fácil. Espero que nossa experiência ajude você a decidir melhor como chegar na ilha.

A ilha de Chiloé fica a menos de 4 horas de Puerto Varas. Existem tours de um dia que saem de Puerto Varas e visitam a maior parte dos pontos turísticos da ilha e voltam para a cidade. Pensamos em contratar um tour como esse, fazer o passeio e no final ficar na ilha aproveitando a viagem e depois voltar de ônibus. Mas, descartamos essa opção porque a princípio parecia que seria mais caro do que contratar os passeios direto na própria ilha.



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Fomos para a ilha de ônibus, com a empresa Cruz del Sur, o trajeto levaria no máximo 4 horas, mas demos azar, chegamos em 6 horas. O ônibus teve um problema, e parou literalmente em todos os pontos de parada locais depois que entrou na ilha. Poderia até ser divertido e bonito, mas o dia estava chuvoso, o que fez parecer que levou uma eternidade para chegar. Só não ficamos mais tristes porque sabíamos que com aquele tempo não teríamos aproveitado nenhum passeio. Uma outra opção que seria ideal era alugar um carro.

Os horários de funcionamento do comércio na ilha são bem curtos, o que impediu que conseguíssemos marcar qualquer passeio quando chegamos no hostel. No dia seguinte tentamos em vão marcar alguma coisa, todos os passeios do dia já estavam completos ou teriam que ser reservados no dia anterior para poder acontecer no dia seguinte. Outro detalhe é que os preços do hostel eram mais caros do que o passeio que saía de Puerto Varas e quando buscamos pelas agências locais no centro da cidade, estavam fechadas. Desistimos e resolvemos explorar a cidade a pé mesmo, pegamos um mapa com um traçado de tour a pé no centro de informações turísticas e fomos seguindo.

O hostel em que ficamos é uma verdadeira palafita. Muito aconchegante e do jeito que queríamos, bem típico e com uma decoração chilota. A vista da área do café da manhã e da sala era encantadora, de manhã a maré baixava expondo os cascos dos barcos e navios na margem e de tarde voltava a encher. A impressão que tive quando cheguei é que as palafitas ficavam sobre o rio, mas na verdade ali é um braço de mar.

A cidade de Castro é ao mesmo tempo muito típica com suas tradições e cultura locais e moderna em sua estrutura de comércio, oferecendo tudo o que pode ser comprado na capital Santiago, aos moradores, sem que eles tenham que sair dali. Todos os grandes magazines, lojas de departamentos estão presentes.

O mercado municipal agrega os artesãos e os produtores locais e é uma imersão não só na cultura chilota, como na cultura andina e chilena. Todas as influências culturais estão presentes nos diversos materiais de artesanato vendidos ali. Roupas, calçados, objetos de decoração, produtos alimentícios, compras que valem muito a pena, e são bem mais baratas do que na região de Santiago e Valparaíso.

As construções em palafitas são tradição da ilha e muito preservadas. Algumas seguem os padrões mais antigos, enquanto outras são transformadas pelo toque de novas arquiteturas e técnicas de engenharia. Quem passa pelas ruas e vê só a fachada em terra firma não pode imaginar que o restante da edificação se apoia sobre o mar. As casas são tão unidas umas às outras que quase não se vê o mar ao fundo.



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Mesmo sem termos feito passeios pagos o dia foi muito proveitoso e tivemos uma ótima impressão de Chiloé, da sua calma, seu ritmo próprio, cultura própria, que marcou nossa viagem.

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Um beijo e até o próximo post.

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