Voando Turkish (GRU-IST-ATH) e ônibus do aeroporto até Atenas

Começando mais uma viagem. Viva! Férias!

Quase completou um ano entre um período de férias e outro. Nós pessoalmente preferimos dividir as férias em dois períodos e deixar um espaço de 6 meses entre eles. Assim continuamos sempre motivados no trabalho, sempre felizes com as viagens, temos tempo para organizar o orçamento das viagens e blá, blá, blá… Vamos ao que interessa.

Inauguramos mais uma experiência de voar, dessa vez com a cia aérea Turkish Airlines. Não foi proposital a escolha. Usamos milhas que tínhamos no Multiplus e a cia aérea parceira era a Turkish. O destino Atenas. A escolha do destino foi mais decidida pela quantidade de milhas do que por nós, e ficamos muito felizes que tenha sido assim, porque conhecer a Grécia era um sonho nosso.

Fomos para o aeroporto com bastante antecedência e muita expectativa, porque todos os relatos que lemos na internet elogiavam não só o serviço como a aeronave.

Nosso embarque foi no Terminal 3 de Guarulhos.

O check-in foi um pouco frustrante. Chegamos 4 horas antes do voo e descobrimos que o balcão só abria 3h30 antes do voo, simplesmente estava vazio, sem qualquer funcionário. Tentamos imprimir a etiqueta da bagagem no totem, mas o máximo que conseguimos foi imprimir os cartões de embarque.

Quando finalmente o check-in foi aberto ao sermos atendidos para despachar uma única mala com 15 kg apenas fomos questionados pela atendente sobre nossa bagagem de mão. Eu estava com uma mala que pesava 9,5 kg e uma mochila que estava metade cheia, já considerando o espaço que a minha bolsa pequena ocuparia dentro dela, tudo dentro das regras. E o Willian estava só com a mochila em que estavam os equipamentos eletrônicos, e mais nada. Nós dois juntos tínhamos 3 volumes para a cabine. Então começou a história. A atendente disse que a regra de bagagem da Turkish era de apenas 8 kg para a mala de bordo, e mais uma bolsa ou mochila e mais um casaco. Determinou que nós abríssemos a mala para retirar 1,5 kg de dentro dela e colocar dentro da mochila. Era fazer isso, ou despachar a mala.

Regras são regras. E a regra atual no Brasil já era a de que a mala de bordo poderia ter até 10 kg. Fora isso, o volume de 1,5 kg que ela exigiu que fosse retirado continuaria indo no mesmo espaço no avião, ou seja na cabine. Nós questionamos a exigência e declaramos as novas regras sobre bagagem de bordo. A resposta foi negativa, “retire o peso extra ou despache a mala”. Uma coisa importante sobre situações como essa, não discuta com a pessoa que pode de algum modo prejudicar você ou a sua viagem, simplesmente, e se possível faça, e depois use o SAC da empresa para denunciar.

Outro detalhe do atendimento no check-in da Turkish. Nosso bilhete era só de ida, porque trocamos as passagens com milhas e a volta seria por outro país e outra cia aérea. A atendente exigiu que mostrássemos os bilhetes das passagens de retorno ao Brasil. Atitude essa que eu também não questionei dado o comportamento anterior com as malas. Mas, a pergunta que não quer calar, esse não seria o papel do agente da emigração e imigração? Tentei manter o bom humor porque seriam mais 13h30 de relacionamento com essa nova cia aérea com a qual só estávamos começando a nos relacionar.

Um momento muito feliz nesse dia foi que nos encontraram no aeroporto. Ao entrarmos na sala vip da Star Alliance fomos chamados por um casal que nos assiste no YouTube. Foi muito especial, uma alegria.

Embarcamos e metade do avião já estava ocupado, pois a aeronave vinha da Argentina. e para nossa surpresa, nenhum passageiro do Brasil recebeu a necessaire com o kit de voo, que a Turkish faz tanta questão de divulgar que é um dos seus diferenciais de serviço de bordo. Percebi que todos os outros passageiros que já estavam no avião tinham recebido, então solicitei o kit para um dos comissários, uma, duas, três e na quarta vez, lá para oitava hora de voo, depois do primeiro serviço de bordo, consegui que um dos comissários de verdade me atendesse, pois os outros 3 primeiros prometeram levar ao nosso assento e nunca mais apareceram. Ao ver que eu tinha recebido o kit outros passageiros me questionaram como eu havia conseguido, pois eles não entregaram mesmo para ninguém. Pois é, começamos a descobrir que uma coisa era a propaganda e o marketing e outra era a realidade.

A comida foi razoável, os assentos eram bons, bem melhores que o da LATAM. O travesseiro e o cobertor tinham um tamanho bom e o fone de ouvido era to tipo externo, bom também. Os banheiros tinham tamanhos variados e se mantiveram razoavelmente limpos até o fim da viagem. Sobre os comissários nenhum do nosso corredor ou do adjacente falava português ou espanhol o que foi uma surpresa um tanto quanto desagradável. Poucos títulos do entretenimento de bordo tinham a legenda ou dublagem em português ou espanhol.

Descemos em Istambul e seguimos para a transferência até o portão de embarque do próximo voo que nos levou até Atenas. O aeroporto é bem grande, mas não foi um problema, porque era muito bem sinalizado. Estranhamos os banheiros que estavam muito sujos.

No voo seguinte o serviço de bordo foi bom, pelo pouco tempo de voo só recebemos lanches, com uma boa variedade de bebidas.

Chegamos em Atenas de madrugada, por volta das 3h da manhã. O aeroporto não é muito grande. Passamos pela imigração em Atenas mesmo, em Istambul só passamos por um raio-x e nossa mala despachada seguiu direto para Atenas. Ficamos na área de saída do desembarque até começar a amanhecer para pegar o ônibus e ir até o centro da cidade onde era o nosso hotel.

Uma dica para quem está chegando de madrugada no aeroporto de Atenas e ou vai pegar outro voo, ou vai para a cidade, mas vai esperar até amanhecer como nós, fique na área das esteiras de bagagem. Ali naquela área os bancos não tem braços, igual aos da área dos portões de embarque. Então se você quiser deitar ali é o local ideal.

O metrô fica no prédio contíguo ao aeroporto, mas só abre às 6h30. Os ônibus que vão para a cidade circulam o tempo. A diferença é o tempo de percurso. De ônibus demora um pouco mais (45 minutos) e a depender do trânsito pode ser mais tempo ainda que o metrô (30 minutos).

Se você não assistiu o vídeo assista agora e veja como foi essa jornada pra chegar até a Grécia.

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Um beijo e até o próximo post.

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