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Santorini (Fira) – Em busca do pôr do sol perfeito

Chegamos em Santorini, deixamos as malas no hotel, e saímos para conhecer a cidade de Fira (Thirá). Nossa primeira impressão desde a saída do porto, muita gente, muitos carros, ônibus, vans, quadriciclos, motos e para atender a toda essa demanda, poucas ruas e quase nada de calçadas.

Pois é, calçada é artigo de luxo em Santorini. Ao escrever isto, faço um esforço para me lembrar como foi em Atenas e em Creta. Haviam calçadas por lá. Mas Santorini é diferente, e ao entrar pelas ruazinhas e avistar o mar, logo nos esquecemos desse detalhe. Até ter que dividir novamente o espaço das ruas com os carros. Desde o começo, decidimos não alugar carro ou quadriciclos em Santorini. Nossa estadia foi por somente 2 noites. Tivemos 3 dias inteiros para conhecer parte da ilha, por isso mesmo escolhemos a hospedagem na cidade de Fira.

Encontrar lugares para comer não é tarefa difícil em Santorini, tem de tudo, culinária do mundo todo e logicamente para todo o preço que se queira pagar. Encontramos um restaurante japonês, muito bom, mas as duas porções que pedimos nem de perto mataram nossa fome. Acabamos comendo mais um hamburguer no McDonalds e a sobremesa, agora sim, um sorvete com consistência de sorvete e bem servido. Os preços não são absurdos, parecidos com os de Atenas e Creta. Os restaurantes mais baratos estão na avenida principal dos carros e ônibus. Se quiser comer com vista para a caldeira, prepare o bolso. O que nós fizemos foi, enquanto esperávamos para ir até o local escolhido para o pôr do sol, ficamos em um restaurante com vista para a caldeira, já tínhamos almoçado, então experimentamos vários sucos do cardápio, o que nos refrescou do calor de 40 graus e repôs parte da energia perdida com a longa caminhada.

Caminhar é a melhor opção em Santorini. Só não é viável se for de uma cidade à outra, sem nada pra ver no caminho, para isso pode ser usado táxi e o ônibus local, que é muito bom. Então nós caminhamos, praticamente toda a extensão da cidade de Fira, pelo entorno da caldeira, costurando pelas ruas de pedestres e burros (jumentos), que ainda são usados na cidade, movimentam boa parte da economia local e fazem parte da cultura deles. No dia seguinte nós passamos por estalagens onde os burros ficam de noite, e eram bem cuidados.

Seguimos a trilha mais curta usando o app do sygic travel e parando para tirar fotos dos lugares mais importantes. Sempre leve água e use calçados confortáveis e seguros, pois o calçamento das ruas onde não passam carros é de pedra e pode ser escorregadio. Além disso, quase sempre o caminho é exposto ao sol, com poucos lugares de sombra. Lembrando que o sol se põe no lado da caldeira, então na parte da tarde ele está mais forte desse lado. Protetor solar e óculos de sol é obrigatório.

Santorini é dos lugares em que não existe uma foto que se tire e fique feia, tudo contribui para a harmonia da paisagem, e ela é surpreendente. Separe uma tarde inteira só para ver o pôr do sol e faça isso com calma, sem correria, percebendo cada mudança que a luz do sol se movimentando cria sobre as casas, as ruas, a encosta e o mar. No próximo post eu te conto onde foi e como foi nosso primeiro pôr do sol em Santorini.

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Um beijo e até o próximo post.

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