BRASIL, Bahia 1 – Voando Azul CGH-CNF-BPS Chegando em Caraíva

Chegamos na Bahia! Sim, fomos para Porto Seguro na Bahia, e de lá seguimos para vários vilarejos e cidades menores. Lugares muito conhecidos pelos brasileiros, e que nós ainda não conhecíamos. Visitamos, Porto Seguro, Caraíva, Corumbau, Praia do Espelho, Trancoso e Arraial D’Ajuda.

Nessa viagem usamos nossos pontos do programa de fidelidade Tudo Azul, que nós acumulamos quase que integralmente fazendo compras no site da natura. Apesar de a cia aérea Azul não ser nossa primeira escolha para voar, pois a maioria dos voos com o menor preço sai de Campinas, o programa de fidelidade tem uma excelente parceria com a natura e não raro oferece 10 pontos ou mais por cada real gasto no site.

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Aguardando o próximo embarque no aeroporto de Confins em Belo Horizonte

Trocamos as passagens com antecedência e conseguimos um voo saindo de Congonhas e na volta chegando em Guarulhos. Não prestei atenção nas regras do programa e troquei as passagens pelo site, pagando R$50 de taxa de emissão por passageiro, e depois um amigo me avisou que pelo APP do celular essa taxa não é cobrada. Paciência, lá se foram R$100.

Chegar no aeroporto de Congonhas é muito fácil, tem amplo acesso por metrô e ônibus, ou de carro, por vias expressas como a 23 de maio. Quando temos algum voo que sai de Congonhas nós geralmente pegamos o metrô e uber ou táxi para ir e na volta usamos o ônibus e o metrô. Fazemos assim porque na ida a ansiedade é maior e ficamos mais tranquilos terminando o trajeto de carro (com uber ou taxi).

O atendimento da cia aérea Azul é muito bom, o que com certeza faz a diferença na fidelização do cliente. Já tínhamos feito o check-in pelo celular e não despachamos mala, então seguimos direto para a sala de embarque sem passar pelo balcão de check-in. Não é preciso imprimir os tickets se você estiver usando o aplicativo da cia no celular, para isso certifique-se de ter bateria e o celular funcionando no momento de ir para a sala de embarque até o momento do embarque. O bilhete, impresso ou no aplicativo, será exigido para entrar na sala de embarque e no avião (junto com seu documento de identificação com foto).

A organização da fila e do embarque foi pontual e a equipe de terra da Azul foi bem eficiente e cordial, ponto positivo para a cia. As aeronaves que fizeram os nossos trajetos tem o interior bem simples, mas confortável. O serviço de bordo ofereceu gratuitamente, balas, snacks e bebidas. Pelo tempo de voo que tivemos foi bem satisfatório, melhor do que muitas cias aéreas no mundo, que já não oferecem mais nada de graça, nem água. Fizemos uma conexão em Belo Horizonte, por cerca de 2 horas e seguimos viagem até Porto Seguro, nosso destino final. Em BH, ficamos na sala de embarque mesmo, um espaço bem amplo e servido de restaurantes, revistarias e lojas de souvenirs, um lay-out parecido com o de Congonhas. Chegado o nosso horário de embarque mais uma vez a equipe de terra da Azul preparou tudo, entramos na aeronave, decolamos, foi novamente oferecido o serviço de bordo e em pouco tempo chegamos em Porto Seguro. Ambos os voos foram tranquilos, o tempo estava bom e a decolagem e aterrissagem perfeitas.

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Na orla de Porto Seguro

Em Porto Seguro o desembarque foi feito na pista mesmo e seguimos caminhando para o terminal. Passamos direto pela saída das bagagens, pois não despachamos mala, o saguão do aeroporto é pequeno, e logo estávamos na calçada para tomar um táxi, que custou R$30 até a pousada perto da balsa (em Porto Seguro não tem Uber, ainda). Chegamos na pousada, onde só passamos a primeira noite. Saímos para jantar cedo, já que não almoçamos, caminhamos pela orla de Porto Seguro e conhecemos as lojas de artesanato que ficam na conhecida passarela do álcool, um calçadão com várias barraquinhas de drinks alcoólicos que começam a funcionar ao anoitecer.

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Orla de Porto Seguro

No dia seguinte pela manhã fomos para Caraíva, uma vila de pescadores mais ao Sul de Porto Seguro, distante cerca de 2h30 de carro. Contratamos um transfer, por indicação da pousada em que ficamos na Praia do Espelho, e combinamos o transporte entre as cidades, que nos custou praticamente a mesma coisa de alugar um carro, pagar o combustível e os estacionamentos. Quando falarmos sobre os custos da viagem, eu vou detalhar cada item.

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Um beijo e até o próximo post.

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