Chegamos em Lisboa pela manhã, fomos direto para o hostel deixar as malas, tomamos  o café da manhã (combinei antes com o hostel de trocar o café do último dia e tomar logo que chegássemos), descansamos um pouco na área comum, um cochilo de meia horinha (o quarto ainda não estava liberado), e já partimos para nosso primeiro dia de passeio em Lisboa. A manhã começou chuvosa, depois parou e o tempo ficou estável. Viajar entre uma estação e outra inclui mudanças climáticas, dias instáveis, por isso é sempre bom levar um guarda chuva pequeno, ou capa de chuva e um casaco leve (se estiver entre a primavera e o verão) .

Praça Marquês de Pombal

A princípio iriamos caminhando do hostel, na Praça Marquês de Pombal até a Praça do Rossio e a Praça da Figueira para somente lá tomar o bonde elétrico para a região de Belém. Logo no início da nossa caminhada começou a chover e ventar, daí decidimos usar o metrô e não perder tempo esperando a chuva passar. Estávamos com o LisboaCard com duração de 72 horas, e tínhamos acesso ilimitado ao transporte público, o que facilitou muito nossos dias em Lisboa, e agilizou bastante nossos deslocamentos. Além do transporte ainda tem gratuidade em vários pontos turísticos da cidade.


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A Praça da Figueira concentra as paradas dos bondes elétricos para vários pontos da cidade, além do ônibus turístico de city tour, e os tuc-tucs, que estão invadindo a Europa com passeios e transporte alternativo para os turistas. Os elétricos passam regularmente e as filas apesar de grandes tem um fluxo bem rápido. Fique atento ao ponto de parada e certifique-se de que o elétrico que você precisa sairá dali.

O trajeto até Belém dura cerca de 25 minutos e ao avistar a Pastelaria de Belém ou o Mosteiro dos Jerônimos já é possível descer ou esperar até o ponto final que fica mais próximo da Torre de Belém, mas o acesso de travessia é por uma passarela, enquanto que na altura do Padrão dos Descobrimentos a travessia é feita por uma passagem subterrânea.

Torre de Belém

A Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos ficam às margens do Rio Tejo, que deságua no mar. É bastante comum estar ventando e a sensação térmica de frio ser um pouco mais perceptível. É possível subir na torre, mas para isso é preciso aguardar em uma fila que quase sempre é longa. O mesmo ocorre no Padrão dos Descobrimentos. De um ponto turístico a outro se vai caminhando mesmo e apreciando a marina de onde saem os passeios de barco pelo rio.

Em frente ao Padrão dos Descobrimentos, além do espetáculo que é o monumento em si, com suas 33 esculturas de figuras ilustres ligadas à época dos descobrimentos de Portugal sobre o mundo, existe um gigantesco e fenomenal mosaico que retrata o mapa mundi e em cada país que outrora foi colônia de Portugal, os dados de descoberta e colonização.

Infelizmente não entramos em nenhum ponto turístico pois as filas estavam imensas, o que somado ao nosso cansaço (de ter acabado de chegar em Lisboa depois de um voo de mais de 10 horas), seria improdutivo para absorver qualquer tipo de informação. Deixamos para uma próxima visita.

Logo em frente ao Padrão dos Descobrimentos fica o Mosteiro dos Jerônimos, a travessia ocorre por uma passagem subterrânea, e antes de chegar ao Mosteiro estão o Jardim da Praça do Império, o Jardim de Belém e o Jardim Afonso de Albuquerque, com esculturas representando as descobertas e conquistas de Portugal. Logo ao lado está a residência oficial do Presidente da República.

Mosteiro dos Jerônimos

O Mosteiro dos Jerônimos é uma edificação gigantesca do século XVI, Panteão Nacional e Patrimônio Mundial da UNESCO (em conjunto com a Torre de Belém) de arquitetura manuelina de influência gótica e renascentista (Rei D. Manuel I), considerado o mais importante conjunto religioso português do seu tempo e uma das principais igrejas salão da Europa.

Depois de conhecer a arquitetura do exterior dos monumentos da freguesia de Belém, fomos conhecer a tradicional Pastelaria de Belém, fundada oficialmente em 1837. Conta a história que a receita original foi criada pelos clérigos do mosteiro, que passaram a fabricar e vender os pastéis de nata, chamados de pastéis de Belém, para sobreviver depois que o mosteiro foi fechado em 1834, como resultado da revolução liberal de 1820. O sucesso já naquela época entre os turistas foi tão grande que em 1837 a receita é vendida para o português Domingos Rafael Alves, que havia chegado do Brasil, e resolveu abrir ali nas antigas instalações anexas à refinação de cana-de-açúcar a Pastelaria de Belém como é conhecida hoje.

Pastelaria de Belém

A receita dos pastéis continua sendo secreta e os poucos confeiteiros que a executam assinam um termo de confidencialidade, e tanto o nome da Pastelaria como a receita são patenteadas, o que explica o porque de quando se pergunta em Portugal se há pastéis de Belém (fora da Pastelaria de Belém) a resposta é que estes pastéis somente se encontram na Pastelaria de Belém.

O primeiro dia em Lisboa foi bem produtivo, apesar da chuva conseguimos conhecer muitos lugares e nos sentirmos cativados pela cidade. Voltamos caminhando pelas ruas de Belém até cansar, então paramos em um ponto e aguardamos o elétrico até a estação de metrô, voltamos para o Hostel e ao chegar no quarto nos esperava uma cesta cheia de biscoitos e chocolates, além de duas garrafas de água, o que foi um bálsamo, pois estávamos exaustos.

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Nessa viagem tivemos boas parcerias, usamos os chips da Easysim4u com internet ilimitada em todos os países, a cobertura da Seguros Promo para a Patricia, a Banggood que ofereceu alguns acessórios de viagem e a Secretaria de Turismo de Lisboa que nos concedeu o Lisboa Card para ter livre acesso ao transporte público e atrações em Lisboa.

Um beijo e até o próximo post.

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Freguesia de Belém – Lisboa – Portugal

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