Voamos com a Cia Aérea TAP pela primeira vez na vida. Nosso voo saiu no início da manhã de Lisboa com destino a Roma. Fizemos o check-out no hostel na noite anterior, e ainda de madrugada, saímos para o aeroporto de Lisboa. O Luiz, que nos levou até Sintra, gentilmente também nos levou ao aeroporto. De madrugada as opções são táxi, uber, ou transfer privado como o do Luiz.

Nosso voo partiu às 6h30 da manhã de Lisboa, às 5h da manhã o aeroporto já estava bem movimentado. Os balcões de check-in com filas, e muitos voos já decolando. Fizemos o check-in no auto atendimento, pois não iríamos despachar bagagem, e seguimos para o portão de embarque. Antes paramos em uma lanchonete com mesas e tomamos um lanche que compramos no dia anterior e pasteis de nata que o pessoal do Easy Lisbon Hostel deixou pra gente no quarto e foram providenciais nesse primeiro dia de viagem pela Itália.

O procedimento de embarque da TAP segue o padrão que vemos agora com a Azul e a Gol no Brasil. Separação em filas desde o início, de acordo com o status na cia aérea, prioridades e ordem de embarque conforme o tipo de bilhete. Como o nosso bilhete era da tarifa mais básica sem franquia de bagagem nossa letra era a última. Isso pode ocasionar a falta de espaço para a bagagem de bordo na cabine, caso em que eles despacham a mala gratuitamente ali mesmo do portão de embarque. É um problema se o passageiro estiver levando algo de valor e a mala não estiver com cadeado. Minha dica, se sua passagem for dessa tarifa seja o primeiro da sua fila, assim as chances de ter a mala de bordo despachada é menor.

O avião era um modelo A320, bem simples, sem conforto, sem entretenimento de bordo, sem reclinação dos assentos, mas com serviço de bordo gratuito. Serviram um sanduíche com pão de grãos com frios, fruta, café e suco concentrado, popular em Portugal. Os comissários foram profissionais e agradáveis com os passageiros do começo ao fim do voo. Tivemos algumas turbulências, mas a decolagem e o pouso foram boas, sem problemas. Como o avião é pequeno, quando há turbulências eu acredito que elas são mais perceptíveis, e isso causou pânico em uma das passageiras, que por alguns minutos se desesperou, mas logo que a turbulência passou tudo voltou ao normal.

O aeroporto de Roma é bem grande, mesmo saindo rápido do desembarque, pois entre países da Zona do Euro não há nova emigração ou imigração, os voos são considerados domésticos, o caminho até a saída é longo. Seguimos para a área das locadoras, pois reservamos um carro para ir até Veneza. Essa decisão de dirigir na Itália não foi fácil e nem rápida, passei meses pesquisando e organizando os dias do roteiro. Estávamos com a questão do prejuízo que tivemos com o voo da última viagem cancelado (da Easyjet lembram?) e queríamos evitar estar novamente nessa possibilidade.

A opção de ir direto de Lisboa para Veneza de avião não existia, poderíamos ir de avião depois de chegar em Roma, de trem ou de carro. O valor da locação do carro ficou o mesmo preço da passagem de trem mais barata e que levava mais tempo e só chegaríamos lá de noite. Pela kilometragem e previsões de rota do google teríamos que dirigir por 6 horas até Veneza, planejamos dormir em Bolonha e parar no caminho em Florença. Mas não foi bem assim.

Chegamos cansados, acordar de madrugada não ajuda a quem precisa dirigir. Sair do aeroporto não foi tão rápido. Tivemos que revisar o carro depois que eles nos entregaram, pois não estavam marcados vários riscos e amassados pequenos. O trânsito estava pesado, paramos para comer, passamos por vários pedágios, nos perdemos, quando passamos por Florença já eram mais de 5 horas da tarde e estávamos quebrados, a única coisa que a gente queria era dormir.

A estrada é ótima, a paisagem da Toscana é linda, com as fazendas, os vinhedos, vimos tudo isso. E foi aí que percebemos o nosso erro. Se estivéssemos de trem, teríamos dormido até Florença, descido para conhecer a cidade, talvez dormir lá mesmo ou em Bolonha e no dia seguinte de manhã seguir para Veneza, sem preocupação com a direção, sem estresse de pedágio e mais descansados. O valor do pedágio e do combustível equiparou o preço de ir de carro com o custo da passagem do trem mais caro e mais rápido até Veneza. Aprendemos mais uma lição.

No próximo post eu conto mais sobre a experiência de dirigir na Itália.

 

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Nessa viagem tivemos boas parcerias, usamos os chips da Easysim4u com internet ilimitada em todos os países, a cobertura da Seguros Promo para a Patricia, a Banggood que ofereceu alguns acessórios de viagem e a Secretaria de Turismo de Lisboa que nos concedeu o Lisboa Card para ter livre acesso ao transporte público e atrações em Lisboa.

Um beijo e até o próximo post.

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Voando com a TAP de Lisboa até Roma

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