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Categoria: Cias Aéreas

Grécia 17 – Voando Ryanair e Olympic Air – De Santorini até Zakynthos

Chegamos no aeroporto de Santorini com o ônibus local, ao custo de €1,80 por passageiro. O trajeto desde o ponto perto do hotel em que estávamos até o aeroporto levou cerca de 15 minutos.

O aeroporto de Santorini é bem pequeno, de verdade. Menor do que os aeroportos de Creta e Zakynthos, que foi nosso próximo destino. Todos os salões são pequenos e não comportam o volume de passageiros que circulam por ali todos os dias, em voos nacionais e internacionais. No local não existe sinal de internet de telefonia móvel e muito menos wi-fi. Já estávamos preparados para isso, então tinha os bilhetes impressos e havia feito o check-in do voo na noite anterior, pelo aplicativo da cia aérea, comprei mais uma franquia de bagagem, e os tickets já ficam salvos no próprio app, podendo ser visualizado, mesmo sem internet. Por segurança também tirei print das telas.

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Voando Turkish (GRU-IST-ATH) e ônibus do aeroporto até Atenas

Começando mais uma viagem. Viva! Férias!

Quase completou um ano entre um período de férias e outro. Nós pessoalmente preferimos dividir as férias em dois períodos e deixar um espaço de 6 meses entre eles. Assim continuamos sempre motivados no trabalho, sempre felizes com as viagens, temos tempo para organizar o orçamento das viagens e blá, blá, blá… Vamos ao que interessa.

Inauguramos mais uma experiência de voar, dessa vez com a cia aérea Turkish Airlines. Não foi proposital a escolha. Usamos milhas que tínhamos no Multiplus e a cia aérea parceira era a Turkish. O destino Atenas. A escolha do destino foi mais decidida pela quantidade de milhas do que por nós, e ficamos muito felizes que tenha sido assim, porque conhecer a Grécia era um sonho nosso.

Fomos para o aeroporto com bastante antecedência e muita expectativa, porque todos os relatos que lemos na internet elogiavam não só o serviço como a aeronave.

Nosso embarque foi no Terminal 3 de Guarulhos.

O check-in foi um pouco frustrante. Chegamos 4 horas antes do voo e descobrimos que o balcão só abria 3h30 antes do voo, simplesmente estava vazio, sem qualquer funcionário. Tentamos imprimir a etiqueta da bagagem no totem, mas o máximo que conseguimos foi imprimir os cartões de embarque.

Quando finalmente o check-in foi aberto ao sermos atendidos para despachar uma única mala com 15 kg apenas fomos questionados pela atendente sobre nossa bagagem de mão. Eu estava com uma mala que pesava 9,5 kg e uma mochila que estava metade cheia, já considerando o espaço que a minha bolsa pequena ocuparia dentro dela, tudo dentro das regras. E o Willian estava só com a mochila em que estavam os equipamentos eletrônicos, e mais nada. Nós dois juntos tínhamos 3 volumes para a cabine. Então começou a história. A atendente disse que a regra de bagagem da Turkish era de apenas 8 kg para a mala de bordo, e mais uma bolsa ou mochila e mais um casaco. Determinou que nós abríssemos a mala para retirar 1,5 kg de dentro dela e colocar dentro da mochila. Era fazer isso, ou despachar a mala.

Regras são regras. E a regra atual no Brasil já era a de que a mala de bordo poderia ter até 10 kg. Fora isso, o volume de 1,5 kg que ela exigiu que fosse retirado continuaria indo no mesmo espaço no avião, ou seja na cabine. Nós questionamos a exigência e declaramos as novas regras sobre bagagem de bordo. A resposta foi negativa, “retire o peso extra ou despache a mala”. Uma coisa importante sobre situações como essa, não discuta com a pessoa que pode de algum modo prejudicar você ou a sua viagem, simplesmente, e se possível faça, e depois use o SAC da empresa para denunciar.

Outro detalhe do atendimento no check-in da Turkish. Nosso bilhete era só de ida, porque trocamos as passagens com milhas e a volta seria por outro país e outra cia aérea. A atendente exigiu que mostrássemos os bilhetes das passagens de retorno ao Brasil. Atitude essa que eu também não questionei dado o comportamento anterior com as malas. Mas, a pergunta que não quer calar, esse não seria o papel do agente da emigração e imigração? Tentei manter o bom humor porque seriam mais 13h30 de relacionamento com essa nova cia aérea com a qual só estávamos começando a nos relacionar.

Um momento muito feliz nesse dia foi que nos encontraram no aeroporto. Ao entrarmos na sala vip da Star Alliance fomos chamados por um casal que nos assiste no YouTube. Foi muito especial, uma alegria.

Embarcamos e metade do avião já estava ocupado, pois a aeronave vinha da Argentina. e para nossa surpresa, nenhum passageiro do Brasil recebeu a necessaire com o kit de voo, que a Turkish faz tanta questão de divulgar que é um dos seus diferenciais de serviço de bordo. Percebi que todos os outros passageiros que já estavam no avião tinham recebido, então solicitei o kit para um dos comissários, uma, duas, três e na quarta vez, lá para oitava hora de voo, depois do primeiro serviço de bordo, consegui que um dos comissários de verdade me atendesse, pois os outros 3 primeiros prometeram levar ao nosso assento e nunca mais apareceram. Ao ver que eu tinha recebido o kit outros passageiros me questionaram como eu havia conseguido, pois eles não entregaram mesmo para ninguém. Pois é, começamos a descobrir que uma coisa era a propaganda e o marketing e outra era a realidade.

A comida foi razoável, os assentos eram bons, bem melhores que o da LATAM. O travesseiro e o cobertor tinham um tamanho bom e o fone de ouvido era to tipo externo, bom também. Os banheiros tinham tamanhos variados e se mantiveram razoavelmente limpos até o fim da viagem. Sobre os comissários nenhum do nosso corredor ou do adjacente falava português ou espanhol o que foi uma surpresa um tanto quanto desagradável. Poucos títulos do entretenimento de bordo tinham a legenda ou dublagem em português ou espanhol.

Descemos em Istambul e seguimos para a transferência até o portão de embarque do próximo voo que nos levou até Atenas. O aeroporto é bem grande, mas não foi um problema, porque era muito bem sinalizado. Estranhamos os banheiros que estavam muito sujos.

No voo seguinte o serviço de bordo foi bom, pelo pouco tempo de voo só recebemos lanches, com uma boa variedade de bebidas.

Chegamos em Atenas de madrugada, por volta das 3h da manhã. O aeroporto não é muito grande. Passamos pela imigração em Atenas mesmo, em Istambul só passamos por um raio-x e nossa mala despachada seguiu direto para Atenas. Ficamos na área de saída do desembarque até começar a amanhecer para pegar o ônibus e ir até o centro da cidade onde era o nosso hotel.

Uma dica para quem está chegando de madrugada no aeroporto de Atenas e ou vai pegar outro voo, ou vai para a cidade, mas vai esperar até amanhecer como nós, fique na área das esteiras de bagagem. Ali naquela área os bancos não tem braços, igual aos da área dos portões de embarque. Então se você quiser deitar ali é o local ideal.

O metrô fica no prédio contíguo ao aeroporto, mas só abre às 6h30. Os ônibus que vão para a cidade circulam o tempo. A diferença é o tempo de percurso. De ônibus demora um pouco mais (45 minutos) e a depender do trânsito pode ser mais tempo ainda que o metrô (30 minutos).

Se você não assistiu o vídeo assista agora e veja como foi essa jornada pra chegar até a Grécia.

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Um beijo e até o próximo post.

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CHILE – Voltando para o Brasil (aeroporto de Santiago, Freeshop e a nova LATAM)

Bateu a tristeza e a saudade, mais uma viagem chega ao fim. Os dias no Chile foram fantásticos. Aproveitamos cada segundo da viagem. Planejamos todos os passeios por conta própria, algumas coisas deram mais do que certo, outras nem tanto, mas tiramos o melhor de todas as situações e aproveitamos.

Vamos ao tema do post que é referência do vídeo. Nosso voo para o Brasil estava marcado para 9h30 da manhã de uma segunda-feira. Chegamos no aeroporto bem cedo. O mesmo motorista que fez todos os passeios conosco em Santiago e arredores nos levou ao aeroporto. O contato dele está na descrição de todos os vídeos dessa viagem.

Preciso comentar algumas situações que acontecem no aeroporto de Santiago do Chile e espero que sirva de precaução para você viajante.



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Nós viajamos de LATAM usando nossos pontos multiplus fidelidade. Trocamos as passagens pensando nos melhores horários e dentre eles os melhores preços. No Brasil, o atendimento da LATAM continua com a mesma qualidade que já era oferecido pela TAM. Despachamos mochilas como bagagem de porão e a empresa nos ofereceu sacolas plásticas para colocar as mochilas dentro e assim proteger as alças e o tecido de dano ou sujeira. Também colocamos etiquetas de frágil que a empresa forneceu. Em Santiago descobrimos que os serviços oferecidos são diferentes, não existe etiqueta de frágil, pois a empresa não classifica as bagagens como frágeis ou resistentes. Não são oferecidas sacolas plásticas para mochilas ou outro tipo de bagagem. Perguntada sobre eventual dano e a responsabilidade da empresa, a funcionária respondeu que a LATAM não se responsabiliza por danos nas bagagens despachadas por seus passageiros. Conclusão, reutilizamos as sacolas que recebemos quase 20 dias antes no Brasil, já um pouco rasgadas e demos alguns pequenos nós nos rasgos maiores porque sequer fita adesiva havia no balcão de check-in da LATAM em Santiago do Chile.

Superada a tensão com o processo de despachar as mochilas fomos para a sala de embarque, passamos pelo raio-x, depois pela emigração, demos uma boa olhada no FreeShop, que em Santiago é mais barato que no Brasil e sempre tem boas promoções, além de vender uma maior quantidade de marcas importadas, como por exemplo a Kipling, minha preferida. Comprei algumas coisas, que vou mostrar no vídeo de compras de viagem.

Além do FreeShop tem muitas lojas de souvenirs, com uma variedade infinita de itens sobre o turismo no Chile.

Depois de tudo isso ainda sobrou um tempinho e corremos para a sala Vip, e demos com a cara na porta, fechada, sim fechada. Eram 8h40 da manhã de uma segunda-feira e a sala vip da Delta Sky Club estava fechada. O horário de abertura era só depois das 9h da manhã. Como nosso voo saia às 9h30 não podíamos esperar, o embarque já ia ter início e encerraria às 9h da manhã. Mais uma decepção, uma sala vip com um horário de abertura tão tarde. Posso afirmar que 99% das salas vip que já entramos tem o horário de abertura mais tardio começando as 7h, nunca vimos isso. Todas as outras salas vip do aeroporto já estavam abertas.

Seguimos tristes para o embarque, nosso portão de embarque era com acesso remoto para a aeronave realizado por meio de ônibus. Mais uma vez, chateada com a nova LATAM, um voo internacional embarcando de ônibus. Pior, com a economia de usar só dois ônibus e lotar até ultrapassar a capacidade máxima dos veículos, para não ter que fazer mais viagens. No vídeo eu mostro como o ônibus estava cheio e mesmo assim não seguia para o avião, esperando mais passageiros subirem não se sabe como e nem para se acomodar não se sabe onde. Tenso. Super inseguro.

Lembre-se disso quando for escolher a cia aérea para viajar ao Chile, são coisas assim que deixam marcas ruins na memória de uma viagem maravilhosa que é conhecer o Chile.

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Um beijo e até o próximo post.

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Voando LATAM de São Paulo para Santiago

Sei que muitas pessoas gostam de relatos sobre os voos, então vou deixar mais um.

Na nossa viagem para o Chile, mais uma vez usamos milhas que tínhamos no programa de fidelidade Multiplus e trocamos por passagens prêmio, na classe econômica, voando LATAM.

Vou começar explicando porque entramos pelo terminal 3 e embarcamos no terminal 2. Porque o check-in internacional da LATAM é feito no terminal 3, e consequentemente o despacho das bagagens, depois seguimos para o terminal 2 por dentro da área de embarque mesmo.

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A LATAM no Brasil continua disponibilizando sacolas plásticas para colocar as mochilas (ou carrinhos de bebê) dentro, bem como etiquetas de frágil e fitas adesivas (tudo ainda com o logotipo da antiga TAM). Mochilas, carrinhos de bebê, bagagem frágil e acima das dimensões são entregues em um setor próprio no terminal 3, depois de serem etiquetadas pela cia aérea no balcão de check-in. A princípio esse setor de bagagem frágil deveria ter cuidado com os itens, mas flagramos as mochilas e bagagem de outros passageiros serem literalmente jogadas no chão depois de passar pelo raio-x e dali jogadas para a esteira para seguirem até o avião. Assistam o vídeo, está tudo lá.

Um pouco aborrecida com esse descaso segui para o embarque com o restante do grupo, passamos pelo raio-x e pela emigração, chegando na área de embarque ainda tínhamos quase 2 horas de espera até o embarque efetivo, então fomos para a sala vip Executive Lounge, onde temos o acesso gratuito pelo cartão American Express. Infelizmente o DinersClub agora cobra uma taxa para que o titular possa acessar a sala vip, estou reavaliando continuar com esse cartão por mais um ano. Mas, com o American Express ainda conseguimos acessar a sala vip da StarAlliance, que de fora parece melhor do que o Executive Lounge, mas foi um pouco decepcionante, está sempre cheia, o que cria uma disputa por lugares e a comida deixa a desejar. Nesse vídeo mostramos o lounge da StarAlliance, e o Executive Lounge já mostramos no vídeo anterior sobre o aeroporto de Guarulhos.

Chegando nossa hora de embarcar fomos para o portão e chegamos lá antes de iniciar o embarque. Iríamos embarcar direto pelo portão, ou ponte telescópica (finger), mas mudaram o nosso portão de embarque e fomos pela remota, usando o ônibus que nos levou até o meio do pátio onde estava o avião. No nosso voo, a aeronave foi um A320, mesma configuração de aeronaves usadas em voos domésticos, mas com a classe executiva.

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Nossos assentos estavam marcados na área da saída de emergência, a pior escolha da minha vida.

Por causa do embarque pelo ônibus, não importa se você estava em primeiro lugar na fila na hora de entrar no ônibus, mas sim, o quão rápido você consegue ser para sair dele e correr para a escada do avião. Obviamente, não foi o nosso caso, quando conseguimos entrar no avião, simplesmente todos os maleiros acima dos nossos assentos estavam ocupados. Sabe qual o problema disso? Quem senta na área da saída de emergência não pode ficar com absolutamente nada no chão ou no colo, e nem solto. Sim, nem o travesseiro pode ir atrás da sua cabeça. Foi um estresse, comissário mandando a gente sentar, outro mandando a gente levantar e guardar tudo, daí não tinha lugar, e eles falando pra gente ir abrindo os maleiros e procurar onde tivesse lugar, e de novo outro mandando sentar. Hoje eu dou risada, mas na hora fiquei furiosa. Esse estresse acontece na decolagem e na aterrissagem do avião. Seria mais fácil se os comissários nos ajudassem.

Minha segunda decepção foi o serviço de bordo, um lanche frio quase gelado, mas com vinho à vontade para os passageiros e depois que todos começavam a sentir sede e a pedir água (efeito natural de beber álcool em avião), vinha a resposta dos comissários, em alguns minutos começaremos a servir água. Eu dormi e acordei e as pessoas ainda estavam esperando pela água. Eu não bebo álcool, mas me compadeci dos passageiros nessa situação. Resumo do novo serviço de bordo da LATAM: pão frio e vinho, sem água.

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Um beijo e até o próximo vídeo.

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