Países e Imigração (nossa experiência)

Falar sobre as nossas experiências ao passar pelo controle imigratório de cada país é um pedido bastante recorrente.

Já visitamos alguns países nas nossas viagens e pretendemos visitar muitos mais. Cada país tem sua própria cultura, economia e política e essas diferenças muitas vezes definem a forma como os estrangeiros são recebidos. O controle de imigração pode ser muito tranquilo ou muito rígido dependendo de cada lugar.

Todas as nossas viagens foram com o propósito de turismo e tiveram no máximo 25 dias de duração. Para aqueles que pretendem viajar a trabalho ou com finalidade de intercâmbio existe toda uma exigência prévia, diferente da que acontece com o viajante turista.

Como turistas, nós já viajamos em casal, em grupo e a Patricia já viajou sozinha algumas vezes.

Já visitamos quase todos os países da América do Sul, América no Norte e alguns países da Europa.

Basicamente sempre foram feitas as mesmas perguntas, em espanhol, no caso da América do Sul e em inglês, no caso da América do Norte e Europa. Em poucas oportunidades, não nos perguntaram nada.

As perguntas básicas, quando são feitas, são: De onde você está vindo? Para onde você vai? Quantos dias pretende ficar? Vai para alguma cidade além desta em que está desembarcando? Qual o propósito da viagem? Onde você vai se hospedar? Que tipo de hospedagem é este local (no caso de Airbnb)?

Feitas as perguntas e respondidas a contento, o passaporte é carimbado e nós somos liberados.

Muitas pessoas perguntam o que fazer quando não se sabe falar o idioma local ou o inglês. Dificilmente haverá um funcionário que fale português, nunca conte com isso. O que nós recomendamos, e sempre fazemos, mesmo quando sabemos falar o idioma, é levar todas as informações que podem ser requeridas, escritas em inglês ou no idioma local, em forma de roteiro mesmo, e mostrar para o oficial da imigração. E todas as reservas de passagens, hotéis, locação de imóvel,  veículo, ingressos, impresso.

Quando o controle imigratório é mais rígido ou existe alguma suspeita sobre o visitante estrangeiro serão feitas outras perguntas tentando descartar a hipótese de entrada ilegal no país.

Nesse caso, prepare-se pois eles podem perguntar tudo o que quiserem, e se não estiverem satisfeitos você será levado para uma sala para maiores indagações. Aí podem perguntar: Quanto dinheiro você tem? Como você pretende se manter durante a viagem? Por quê você não tem seguro viagem? Por quê você está trazendo tudo isso de bagagem para essa quantidade de dias? Por quê você pretende ficar todos esses dias? Onde está a sua comprovação de passagem de retorno? Onde está a sua reserva de hospedagem? Qual o relacionamento você tem com a pessoa que está convidando para a hospedagem (no caso de carta convite)?

Esteja sempre preparado para entender o que lhe é perguntado e responder com a verdade.

Nunca responda sim ou positivamente a uma pergunta que você não entendeu.

Se por qualquer motivo se sentir desconfortável com as perguntas, tente demonstrar que não está compreendendo e peça por um tradutor. Pode não existir um tradutor e em alguns casos já ouvimos relatos de que foram chamadas pessoas da própria fila para traduzir a entrevista.

Nenhuma dessas situações de maior questionamento ocorreu conosco, mas temos notícia de amigos e conhecidos que já passaram por algumas delas.

Infelizmente, na pior das hipóteses, caso o setor de imigração entenda que você não se encaixa no perfil de turista ocorrerá a deportação. A maioria das vezes em que soubemos de histórias desse tipo o viajante ou não possuía a passagem de retorno ao Brasil, ou estava com a hospedagem garantida por meio de carta convite.

De forma alguma a carta convite é um meio ilegal, em muitos países é obrigatória, além do visto de entrada. Certifique-se de que a pessoa que realiza o convite para a sua hospedagem é um cidadão ou residente legalizado e pode legalmente convidar um estrangeiro para se hospedar em sua residência.

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Um beijo e até o próximo post.

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Compras de Viagem EUA – Roupas e Sapatos

Viajar é uma delícia. E quando a viagem é para os Estados Unidos, sempre tem compras. Quer você queira ou não meu pão duro leitor(a). Sinto muito informar, mas não tem como evitar. O dólar pode chegar a R$10 que ainda vai ter coisas mais baratas lá do que aqui. Sim, a diferença é mesmo gritante.

Não acredita? Então assiste o vídeo de compras de cosméticos e compara alguns preços com o que é vendido aqui no Brasil. Aproveita e assiste o outro onde eu explico que as compras da viagem pagaram a viagem.

Eu sempre digo pra quem vai viajar não passar vontade na hora de querer comprar alguma coisa pensando se deve ou não comprar ou esperar a próxima loja, compre na hora! Principalmente se for algo que você realmente quer, porque em uma viagem as chances de passarmos 2 vezes pelo mesmo lugar são remotas, pois o espírito de explorador toma conta da gente e nos faz fazer caminhos diferentes a cada momento. Por isso, viu alguma coisa que gostou, compra.

Muitas pessoas falam que não está mais tão barato comprar nos Estados Unidos. Mas quando o assunto é roupa e sapato, eu digo que está tão barato como sempre foi, porque os preços aqui no Brasil cresceram na mesma velocidade que o dólar.

Até 2 anos atrás eu dizia que sapatos de couro não compensavam ser comprados fora, porque nossos sapatos eram muito bons, e duráveis, até que as melhores marcas resolveram “inovar” e começar a fabricar sapatos de “couro” ecológico e vender pelo preço do couro. Aí queridos(as) leitores, meu discurso mudou. Pode comprar sapatos no exterior, porque até isso lá é mais barato.

Tem dias que olho para roupa que estou vestindo e com muita sorte tem um item comprado no Brasil, e comparando com os preços das vitrines, estou uns 50% mais barata do que elas, rsss.

Brincadeiras à parte, eu gostaria de além de pagar impostos para o governo poder viajar só com a mala de mão e não precisar comprar nada fora do país porque aqui encontro tudo o que preciso por um preço justo, mas ainda não chegamos lá.

Assista o vídeo e diga aqui nos comentários se eu estou certa em fazer compras no exterior.

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Beijos e até o próximo post.

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Comprinhas de Viagem – COSMÉTICOS

As comprinhas de viagem. Só a parte de cosméticos. O que eu comprei na viagem para os Estados Unidos.

O vídeo já está no ar e está sendo um sucesso. É o primeiro vídeo desse tema no canal e durante muito tempo não achei que os inscritos teriam interesse em ver produtos comprados em viagens, mas me enganei. Tentei ser rápida, mas como são muitos itens o vídeo ficou longo.

Não falei onde comprei cada item porque o preço não muda muito de uma loja para outra lá nos Estados Unidos, e nem de Estado para Estado. As diferenças, quando existem, são mínimas.

Eu sempre compro no Walmart, Target, Macys, Burlington, Ross Dress for Less, Walgreens, Harmon Face Values (Bed Bath and Beyonds) e lojas como estas.

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O objetivo desse vídeo é complementar o vídeo de “Paguei a viagem fazendo compras” e provar que comprando nos Estados Unidos e economizando nessas compras aqui no Brasil, o dinheiro economizado dá pra pagar a hospedagem, transporte e os passeios. E ainda depois da primeira viagem, se tudo isso for pago em um cartão de crédito que dê milhas, na próxima viagem as passagens ficam de graça se forem trocadas com as milhas adquiridas.

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Imigração no Exterior – o que fazer?

Passar pelo controle de imigração em outro país é uma das coisas que mais preocupa os viajantes. Existem inúmeros relatos aterrorizantes que podem fazer qualquer um desistir de viajar.

Calma. Hoje vou dar minha dica de ouro. Aprendi sozinha mesmo. Nunca ninguém me disse para fazer isso, mas com certeza muitas pessoas devem fazer a mesma coisa no mundo todo.

Viajando por conta própria ou por agência, sozinha ou acompanhada, eu construo um roteiro o mais completo possível e incluo nele todos os dados da viagem, dia a dia com tudo que eu pretendo fazer. Coloco os dados dos voos, das hospedagens, da reserva do carro se eu for alugar um, cidades por onde vou passar e o que eu gostaria de ver e fazer em cada uma delas, preço de tudo, telefones de emergência, endereço e telefone do consulado ou embaixada do Brasil naquele país, dados pessoais e listas, do que levar, do que comprar (tudo com o preço no Brasil convertido em dólar e nos sites das lojas do país pra onde eu vou).

Depois de tudo pronto no roteiro, copio tudo e coloco pra traduzir no Google tradutor, para o inglês ou o idioma do país para onde eu estou indo. E se eu tiver uma escala longa em outro país de outra língua, também traduzo para este outro idioma. Imprimo tudo, salvo na nuvem, no celular e mando uma cópia pra minha família (assim eles sabem onde vou estar em cada dia).

Quando chego na imigração apresento meu passaporte e o cartão de embarque do voo e já fico com o roteiro impresso em mãos. Caso o oficial da imigração pergunte algum dado específico da viagem além das perguntas mais comuns eu mostro a ele o meu roteiro e ali ele pode ver tudo.

Fazer isso sempre me ajudou muito. Já estou acostumada com as perguntas comuns, em ouvi-las em inglês, entender e responder. Mas, sempre que eu mostro o roteiro após alguns segundos lendo ele a pessoa sempre me devolve com um sorriso, carimba o passaporte e me deseja uma ótima viagem. Em algumas ocasiões recebi até dicas de como usar o transporte público ou visitar alguma outra atração que eu não havia listado.

Quando eu falo em perguntas comuns são elas: – De onde você está vindo (sim, porque você pode estar vindo de outro país que não o do seu passaporte)? – Para onde você vai? – Quanto tempo pretende ficar? – Qual o propósito da sua viagem? – Que lugares pretende visitar além da cidade de chegada?

Outras perguntas como: -Onde você vai ficar hospedada? eu ouvi poucas vezes. E perguntas sobre quanto dinheiro eu tinha ou cartões de crédito e seguro viagem, eu nunca ouvi.

Nos Estados Unidos, quando fui pela segunda vez em diante, sempre me perguntam quando foram as visitas anteriores e as cidades para onde eu havia ido. Essas são informações que eles já tem no sistema, mas que fazem mesmo assim por questões de segurança.

Essa é a minha dica de hoje, pra diminuir a ansiedade e preocupação de você viajante com a imigração. Fazer esse roteiro não vai te ajudar só na imigração, mas vai te ajudar a viajar melhor, aproveitar melhor o seu tempo e o seu dinheiro.

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Um beijo e até o próximo post.

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Paguei a viagem para os Estados Unidos fazendo compras!!

É isso mesmo que você leu. Paguei a viagem para os EUA fazendo compras!

O que economizamos fazendo as compras nos Estados Unidos, e não comprando no Brasil, deu pra pagar, e ainda sobrou, o que gastamos com hospedagem, transporte, passeios, aluguel do carro e alimentação.

Já vou avisar pra quem é novo no blog, que as nossas viagens são econômicas, então não espere conseguir pagar a estadia de um hotel 5 estrelas com o que se economiza comprando roupas na Burlington’s Coat Factory (minha loja preferida de rebaixas).

As passagens aéreas trocamos com milhas que juntamos fazendo compras no cartão de crédito. Compras de outras viagens, e compras rotineiras no Brasil. As passagens de volta foram compradas em parte com milhas compradas em uma promoção do Smiles que aconteceu em 2015. Nessa promoção cada lote de mil milhas custou R$15, isso mesmo, só isso. Pra quem não sabe um lote de mil milhas custa R$70.

Pra essa conta dar certo é preciso ser controlado com as compras no Brasil e pesquisar muito o preço de absolutamente tudo o que se imagina querer comprar na viagem para os Estados Unidos. Segura a onda e guarda o seu dinheiro, investe ele, ou já troca em dólares para usar na viagem.

Compre só o necessário mesmo no Brasil.

Afirmo que mesmo que o dólar chegue a R$5 ainda é possível viajar e economizar.

Lembre, pequenos gastos diários constituem grandes despesas anuais. Você precisa realmente comprar isso tudo agora?

Assistam o vídeo para ver quanto gastamos com cada despesa na viagem.

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